
Numa época em que se salientam mais os perigos do Sol que os próprios benefícios, nunca é de mais alertar para os cuidados que ao longo do ano, mas especialmente durante a época balnear, devem ser uma constante.
Os pais e educadores têm uma tarefa acrescida no já extenso rol de tarefas relacionadas com filhos: a protecção da pele sensível das crianças quando expostas directamente à luz solar. A fim de as proteger de patologias dermatológicas (que vão do simples escaldão ao cancro de pele), de envelhecimento cutâneo prematuro e de reacções de fotossensibilidade na idade adulta importa começar bem cedo esta luta contra os inimigos da pele.
Durante a época balnear, a protecção passa por aplicação de protector solar, não exposição entre as 11 e as 16 horas, uso de chapéus, de preferência com abas ou palas, uso de roupa de algodão e sombra sempre que possível. Estes hábitos devem ser incutidos desde o início na vivência da criança e nada melhor que o exemplo transmitido pelos pais. Devem ser estes os primeiros a repetir acções que demonstrem à criança a importância de determinados cuidados. Dialogar, alertando e explicando os perigos do sol, também pode ser uma estratégia a adoptar. Mas porque nem sempre é fácil mobilizar a paciência ou o entendimento das crianças, a firmeza e constância dos pais aquando da colocação de protectores solares, chapéu e da proibição de exposição nas horas mais nocivas não deve ser quebrada.
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